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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

(HISTÓRIA) 5 coisas interessasntes sobre o primeiro museu indígena do Rio Grande do Norte

Isso mesmo, existe um museu totalmente indígena em terras potiguares, que é inclusive o primeiro museu indígena do Rio Grande do Norte.

Ele fica localizado na cidade de Apodi


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Que por sua vez fica na mesorregião Oeste Potiguar.

O museu é uma homenagem a uma guerreira indígena que foi brutalmente assassinada



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A apodiense Luiza Cantofa, assassinada na cidade de Portalegre/RN, no dia 03 de novembro de 1825.

Atualmente ele funciona provisoriamente na casa desta mulher



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Uma pesquisadora apodiense chamada Lucia Maria Tavares, que é a Presidente do Centro Histórico-Cultural Tapuias Paiacus da Lagoa do Apodi (CHCTPLA), entidade mantenedora do Museu Luíza Cantofa.

Entre os seus principais objetivos, o museu quer resgatar a cultura indígena de Apodi

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E não só isso:
  • Resgatar e preservar a cultura indígena dos Tapuias Paiacus, porque eles foram um marco histórico na formação do município de Apodi;
  • Promover e apoiar ações que contribuam para o resgate, divulgação e valorização da arte e da cultura indígena;
  • Estimular a parceria, o diálogo local e solidariedade entre os diferentes segmentos sociais, participando junto a outras entidades de atividades que visem interesses comuns;
  • Apoiar, bem como promover, ações sustentáveis que contribuam para a preservação ambiental, de modo especial, da Lagoa do Apodi, que em suas margens foram realizadas atividades como plantação, pescaria, dentre outras pelos referidos nativos, de onde veio as surgir a cidade.

Ele abriga várias peças e artefatos feitos pelos índios primeiros donos da terra


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Os Tapuias Paiacus foram os primeiros habitantes das terras apodienses.
Que trabalho excelente, hein? Parabéns. E para visitar o Museu do Índio Luíza Cantofa, agende a sua visita pelo número (84) 99914-2282.
Esta publicação foi extraída do site: https://curiozzzo.com

(POLÍTICA) Leitura de mundo no período eleitoral: uma atitude indispensável

                                      Imagem extraída do seguinte endereço: http://iracemacorreia-desabafo.blogspot.com.br (2015)

Faço um convite ao leitor deste texto para analisar de uma forma mais profunda a frase escrita pelo grande mestre Paulo Freire "A leitura do mundo precede a leitura da palavra" no livro A importância do ato de ler (1981). A escritura parece se direcionar apenas a educadores, e é, quando se olha de forma restrita, limitada ao contexto da escola. Mas, quando a direcionamos à realidade vivida pelo sujeito em suas relações sociais percebe-se sua amplitude. 

Parece-me pertinente pensar na ideia de se alertar os sujeitos dentro de suas realidades concretas, onde se misturam as diversas circunstâncias reais de vida nas quais se envolvem as diversas temáticas associadas não somente à educação, mas também às histórias de vida, à política, à economia, à inserção social  e ao mercado de trabalho e à vida dentro de um mundo e seus contextos particulares. 

Quando o referido autor faz essa afirmação, em seguida vai apresentando argumentos que nos fazem compreender e interpretar que é necessário, ou seja, indispensável que nós, enquanto seres sociais, tenhamos o cuidado de ler primeiro o mundo, para depois lermos o que está escrito. Isso significa atentar para a ideia de que precisamos ler o mundo com maior profundidade, para podermos ler e aceitar com maior credibilidade o que os outros nos disponibilizam em seus discursos. 

Não se trata de se prender em observar o comportamento do outro diante de suas atitudes mais naturais. A afirmação de que á um vínculo entre o uso da linguagem e a realidade em que cada um de nós está inserido é muito clara: "Linguagem e realidade se prendem dinamicamente" (FREIRE, 1981). E alerta-se para a profundidade de tal fato quando se fala de alguém que assume a posição de "sujeito político", onde o autor destaca a exigência de saber fazer uma leitura crítica do mundo e do uso da linguagem escrita e falada. Seria, portanto, o ser humano, enquanto sujeito social, está atento ao que lhe diz respeito enquanto pessoa que vive, sobrevive e depende de decisões que vão além de sua vontade, mas que estão imersas nas realidades que se delineiam a partir dos poderes constituídos para o corpo social, através de uma eleição, por exemplo.

Um olhar mais reto sobre essa questão nos leva a associar, por exemplo, o tempo atual em que se vive uma realidade bastante crítica na política nacional, mas que ao mesmo tempo desponta uma campanha eleitoral que empoderará pessoas e partidos nos cargos executivos e legislativos municipais. É observável que há muitos discursos sendo ensaiados, muitas pautas sendo colocadas a público, muitas bandeiras sendo levantadas e também muitos conflitos sendo formados. 

Uma realidade que precisa ser lida, compreendida e interpretada, não apenas pela superficialidade dos interesses particulares e muito menos dos grupos que formam um partido ou uma cor, mas por uma leitura de mundo que permita uma reflexão mais profunda sobre a posterioridade, uma vez que as escolhas feitas serão as que estarão à frente do poder durante quatro anos. 

Enfim, questões precisam ser formuladas e respostas ensaiadas: 

Quem sou eu? Que classe social ocupo? Qual a minha dependência das políticas enquanto sujeito inserido em um município? 

Que escolha faço? A que satisfaz minha necessidade momentânea ou a que não preenche meus requisitos, porém, é mais viável para todo o contexto do grupo social no qual estou inserido? 

Os candidatos que vou votar são novos ou têm experiências? 

Se novos, como vivem? Com quem vivem? Que ideologia seguem? Qual seu comportamento social perante o mundo e a diversidade presente neste? 

Se são experientes, o que disseram em seus discursos foi cumprido na prática? Ou eles prometeram e cumpriram? Ou ainda, não prometeram, mas fizeram, mesmo sem nunca prometer ou se comportaram de forma duvidosa quanto questionados sobre o assunto em seus mandatos anteriores? 

Estas e muitas outras questões são imprescindíveis para que se chegue a uma leitura do mundo eleitoral que desponta nos próximos 50 dias. Nada disso pode ser vinculado à ideia da simpatia que se baseia no marketing elaborado para cada um dos candidatos. É preciso perceber se a imagem criada para o período pertence mesmo à pessoa que vai cuidar do nosso patrimônio.


Por Mônica Freitas 

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Lúcia Tavares representa o primeiro e único museu indígena do Rio Grande do Norte em Pernambuco

Entre os dias 15 e 17 de agosto, a nossa já conhecida Índia Tapuia Paiacu Lúcia Tavares estará participando do III Encontro de Museus Indígenas. O evento ocorrerá no Estado de Pernambuco.

Lúcia representa neste evento o Museu do Índio Luiza Cantofa, o primeiro e único museu indígena do Rio Grande do Norte.

Aos poucos e com muito sacrifício as famílias que já se autoafirmaram como pertencentes ao grupo Tarairiu Paiacu vão conquistando espaço, alargando o caminho para a reconstrução da história.

                                 Por Mônica Freitas

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

As perguntas e respostas que não interessam para se eleger um candidato


Ainda nem começou a campanha eleitoral de 2016 e a internet já desponta como o veículo de comunicação que certamente trará o fio inicial e final das propagandas, dos anúncios e das produções textuais que podem, tanto auxiliar como desvirtuar o eleitor de sua necessidade de escolher candidatos que, apesar de a política brasileira está desacreditada, é sensato saber que tem-se de escolher alguém para comandar os destinos dos municípios no país. 

Mas, o que mais tem incomodado àqueles que procuram votar com a preocupação de eleger quem possa, pelo menos reorganizar os "desmantelos" causados por algumas gestões, é as técnicas de marketing atrasadas, mais aproximadas de "fofocas" que são amplamente divulgadas em redes sociais, blogs e até mesmo disseminadas boca a boca em conversas de calçadas. Trata de um tipo de Merchandising ultrapassado, não mais utilizado nem mesmo por organizações empresariais que administram bens privados. 

Em nossa cidade de Apodi, o "merchan" da baixaria já começa a dá as caras, sendo percebido claramente, nas perguntas, nas declarações, nos lides de notas virtuais, nas encenações que buscam tão somente confundir a mente do eleitor. Este precisa ser sagaz, interlocutor preparado, focalizar sua atenção na história da cidade, nas suas problemáticas e no que os candidatos têm a oferecer como propostas para resolvê-las. Fora disso, tudo é mesmo propaganda e engano. 

Vistamos a camisa da resolução, ela está pesada, mas ainda se pode fazer alguma coisa. E o voto é a única arma do eleitor este ano, cuidado com a doação, a venda, os interesses particulares. Talvez sejam estes que tenham gerado os problemas que temos hoje. 

Por Mônica Freitas  


(EDUCAÇÃO E CULTURA) Indo e vindo na história da diversidade: o NEABI do IFRN Campus Mossoró

Para quem ainda não sabe, os institutos federais de todo o Brasil, têm estruturado, como mecanismo de discussão para o ensino-aprendizagem, o chamado Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI), que se configura como um grupo de trabalho, legalmente instituído no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte-IFRN, por  meio da Deliberação nº. 17, de 25 de novembro de 2011, aprovada e emitida pelo Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPEX – IFRN.


Esse núcleo se embasa no Título II, parágrafo XII do artigo e 3ª, onde  da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) nº 9.394/96, onde está escrito que se deve considerar diversidade étnico-racial, como princípio da educação nacional. 






Trata-se de um instrumento que procura envolver nas discussões entre professores, alunos e grupos de estudos, conhecimentos teóricos que possibilitem trabalhar com a diversidade na escola. O NEABI é uma iniciativa política, pedagógica institucional com o intuito de valorizar as diferentes manifestações culturais de etnias e segmentos sociais, preservando o direito à diversidade.
As ações do NEABI estão direcionadas para a comunidade interna ( alunos/as da Educação Básica, profissional, e superior). 

Hoje, a partir de convite feito pela coordenadora do NEABI, Campus Mossoró/ RN, tive o prazer de conversar mais afinadamente sobre o Centro Histórico Cultural Tapuias Paiacus da Lagoa do Apodi (CHCTPLA), falando da importância que tem esta entidade para recontar a história da etnia Tarairiu Paiacu de Apodi, incentivando o núcleo de Mossoró a buscar meios de estudar os os Monxorós, grupo que habitou aquele município e que já se sabe, também tem descendentes muito próximos de serem descobertos. 

Por Mônica Freitas 


  
 A VOLTA DA TAPUIA

Chega um momento que os vícios que nos tomam e que foram esquecidos por lapsos do tempo têm que voltar. Este fenômeno que me inebria, a escrita, vai retornar nas páginas da Fonte Tapuia. Vamos tentar conciliar um tempo para novas postagens.
Acessem, leiam, se informem.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Cartão de confirmação/local de prova do concurso para professor estadual do RN

A IDECAN disponibilizou o cartão e confirmação/local de prova do concurso para professor do estado do RN.

Necessário digitar o CPF:
Cartão/Local de prova

Fonte: IDECAN

Postado por Roberland Queiroz